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sábado, 11 de maio de 2013

Spurgeon e o Evangelicalismo Moderno - Paulo Anglada.

Spurgeon e o Evangelicalismo ModernoAutor: Paulo Anglada.

Sinopse:

Quem foi Charles Haddon Spurgeon? Como foi sua conversão? Quando iniciou sua vida pastoral? Qual o segredo do seu abençoado ministério? Quais as suas convicções teológicas?

As respostas para estas questões são apresentadas pelo Rev. Paulo Anglada de forma clara, imparcial e fiel. Spurgeon foi o maior pregador do século XIX e tinha três habilidades naturais fantásticas - capacidade de imaginação, eloqüência, memória prodigiosa - que o levaram a esta condição ímpar. O que formou, nutriu e impregnou a mente de Spurgeon desdua sua infância, foram os autores puritanos. Ele considerava o período puritano "a época dourada da teologia inglesa!. Ele afirmou: "os homens modernos seriam ricos se apenas comessem das migalhas que caem das mesas dos puritanos".

Spurgeon foi umpuritano fora de seu tempo, um legítmo representante do calvinismo histórico. Com respeito ao esquecimento da doutrina calvinista dizia: "a doutrina da graça foi colocada no depósito... quão pouco é empregada... foi colocada como as relíquias do passado... a velha veradade que Calvino pregava, que Agostinho pregava, que Paulo pregava é a verdade que tenho que pregar hoje, ou do contrário, serei falso para com a minha consciência e para com o meu Deus... o evangelho de John Knox é o meu evangelho." Pregava que ninguém, senão os eleitos, poderiam ser salvos, ao mesmo tempo em que não hesitava em convocá-los ao arrependimento. Sua vida, suas convicções, seu amor e fidelidade à Palavra de Deus, sua pregação de todo desígnio de Deus, seu zelo e paixão pelas almas perdidas fizeram de Spurgeon o "PRÍNCIPE DOS PREGADORES". A leitura deste livro trará ao leitor inspiração, encorajamento e desejo para viver para a glória de Deus. Clique abaixo para comprar:  

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Introdução a Pregação Reformada - Paulo Anglada.

Introdução a Pregação Reformada Autor: Paulo Anglada.

Sinopse:

Na teologia reformada, a pregação é considerada o principal meio de graça, a tarefa primordial da igreja e do pregador, o principal elemento do culto público, marca essencial da verdadeira igreja e meio pelo qual o reino de Deus é aberto ou fechado aos pecadores.

Entretanto, não há como negar que a pregação, como forma distinta de comunicação da vontade de Deus revelada na Bíblia, está em declínio. Outras atividades têm tomado o seu lugar e a pregação tem sido relegada a um plano secundário no culto e na vida da igreja.

Quais as razões para o declínio contemporâneo da pregação? O que o Antigo e o Novo Testamento ensinam sobre o assunto? Qual a natureza, relevância e eficácia da pregação? Quem pode pregar? Qual deve ser o conteúdo da pregação? Como a Bíblia deve ser pregada? Qual deve ser a forma do sermão e o estilo da mensagem? Quais são os propósitos da pregação? Essas são algumas das questões importantes que o Rev. Paulo Anglada se propõe a responder, neste livro, por uma perspectiva bíblico-reformada.

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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Introdução à Hermenêutica Reformada - Paulo Anglada.

Introdução à Hermenêutica Reformada
"Esta obra será mui provavelmente a magna opus do Dr. Paulo Anglada. Primeiro, pela relevância do tema. Praticamente todas as grandes discussões que hoje ocupam os evangélicos no Brasil estão relacionadas com questões de interpretação do texto bíblico, desde aquelas relacionadas com o surgimento de novas teologias até aquelas relacionadas com o culto e missões. Dr. Anglada mapeia cuidadosamente o caminho de uma hermenêutica sólida, teologicamente orientada, e historicamente testada e comprovada, que é a hermenêutica oriunda dos princípios da Reforma protestante e enriquecida com as perspectivas atuais das ciências afins. Acredito que é abraçando uma hermenêutica desta natureza que teremos condições de entender corretamente a Palavra de Deus e aplicá-la aos problemas modernos da Igreja. Segundo, porque é provavelmente a obra mais completa sobre o assunto disponível em português. É tudo o que os professores de hermenêutica e exegese das instituições de ensino teológico sempre sonharam. O escopo da obra é de tirar o fôlego. Vai desde uma análise das principais correntes de interpretação que surgiram ao longo da história da Igreja até a sintaxe da língua grega, enfocando os usos gerais dos seus elementos. E não falta a parte prática, que ensina a interpretar os diversos gêneros literários contidos no texto sagrado. Terceiro, porque vai contribuir de maneira significativa para a resistência que se tem formado, e que está crescendo nos meios acadêmicos evangélicos, contra o uso e os resultados do método histórico-crítico nas instituições de ensino teológico no Brasil. Oriundo do Iluminismo, tal método tende a desacreditar as Escrituras e a relativizar completamente a sua interpretação, pois nada tem de científico. Ao contrário, é norteado por pressupostos filosóficos e teológicos provindos da incredulidade que dominou os adeptos do liberalismo teológico. A obra de Paulo Anglada oferece uma alternativa aos professores e alunos que desejam estudar a interpretação bíblica de forma erudita sem abrir mão, contudo, dos pressupostos teológicos quanto à autoridade, infalibilidade e inerrância da Palavra de Deus." Augustus Nicodemus.
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Calvinismo - As Antigas Doutrinas da Graça (Edição Comemorativa Revisada - Calvino 500 Anos) - Paulo Anglada.

Calvinismo - As Antigas Doutrinas da Graça (Edição Comemorativa Revisada - Calvino 500 Anos)

Autor: Paulo Anglada.

Sinopse:

O grande pregador batista Charles Spurgeon, que viveu em uma época semelhante a nossa, onde prevaleceu uma evidente insatisfação e desgosto para com o calvinismo, não hesitava em declarar que não concebia pregação do evangelho que não fosse calvinista:

"Minha opinião pessoal é que não há pregação de Cristo e este crucificado, a menos que se pregue aquilo que atualmente se chama calvinismo. É cognome chamar isso de calvinismo; pois o calvinismo é o evangelho e nada mais. Não creio que possamos pregar o evangelho... a menos que preguemos a soberania de Deus em sua dispensação da graça; e também a menos que exaltemos o amor eletivo, imutável, eterno, inalterável e conquistador de Jeová; como também não penso que podemos pregar o evangelho, a menos que o alicercemos sobre a redenção especial e particular do seu povo eleito e escolhido, que Cristo realizou na cruz; e também não posso compreender um evangelho que permite que os santos apostatem depois de haverem sido chamados".

O que é calvinismo? Que sistema doutrinário é este que ficou conhecido pelo nome do grande reformador francês do século XVI? Qual a sua essência? Quais as suas afirmativas principais? QUais as objeções? Qual a sua história? Faz justificativa a revelação bíblica?

O autor responde a estas questões de uma forma simples e clara, afirmando que o calvinismo é o evangelho dos grandes pregadores do passado como Lutero, Calvino, John Knox, Tyndale, Latimer, os puritanos, Jonathan Edwards, Whitefield, Newton, Spurgeon, J. C. Ryle, Martyn Lloyd-Jones, Packer e os grandes missionários como David Brainerd, David Livingstone, William Carrey. Os que confessam o Calvinismo estão na mais excelente companhia.