segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Calvinismo - As Antigas Doutrinas da Graça (Edição Comemorativa Revisada - Calvino 500 Anos) - Paulo Anglada.

Calvinismo - As Antigas Doutrinas da Graça (Edição Comemorativa Revisada - Calvino 500 Anos)

Autor: Paulo Anglada.

Sinopse:

O grande pregador batista Charles Spurgeon, que viveu em uma época semelhante a nossa, onde prevaleceu uma evidente insatisfação e desgosto para com o calvinismo, não hesitava em declarar que não concebia pregação do evangelho que não fosse calvinista:

"Minha opinião pessoal é que não há pregação de Cristo e este crucificado, a menos que se pregue aquilo que atualmente se chama calvinismo. É cognome chamar isso de calvinismo; pois o calvinismo é o evangelho e nada mais. Não creio que possamos pregar o evangelho... a menos que preguemos a soberania de Deus em sua dispensação da graça; e também a menos que exaltemos o amor eletivo, imutável, eterno, inalterável e conquistador de Jeová; como também não penso que podemos pregar o evangelho, a menos que o alicercemos sobre a redenção especial e particular do seu povo eleito e escolhido, que Cristo realizou na cruz; e também não posso compreender um evangelho que permite que os santos apostatem depois de haverem sido chamados".

O que é calvinismo? Que sistema doutrinário é este que ficou conhecido pelo nome do grande reformador francês do século XVI? Qual a sua essência? Quais as suas afirmativas principais? QUais as objeções? Qual a sua história? Faz justificativa a revelação bíblica?

O autor responde a estas questões de uma forma simples e clara, afirmando que o calvinismo é o evangelho dos grandes pregadores do passado como Lutero, Calvino, John Knox, Tyndale, Latimer, os puritanos, Jonathan Edwards, Whitefield, Newton, Spurgeon, J. C. Ryle, Martyn Lloyd-Jones, Packer e os grandes missionários como David Brainerd, David Livingstone, William Carrey. Os que confessam o Calvinismo estão na mais excelente companhia.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Porque os Homens são Salvos? - Spurgeon.

Porque os Homens são Salvos?

Autor: Spurgeon

Sinopse: Sermão (nº 115) pregado na manhã de domingo, 1º fevereiro de 1857.

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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A Pregação - Lloyd-Jones .

A Pregação

Este opúsculo reproduz a palestra proferida pelo Dr. Lloyd-Jones na Conferência Westminster em 1977. A mesma constitui o décimo oitavo capítulo do livro Os Puritanos: suas origens e seus sucessores – a ser publicado em breve.

Nestes dias de tanta confusão teológica o Dr. Lloyd-Jones nos lembra dos princípios que nortearam a vida e ensinos dos puritanos, os quais o influenciaram tanto. Diz ele: “O meu real interesse neles surgiu em 1925... Desde aquele tempo um verdadeiro e vivo interesse pelos puritanos e suas obras me prendeu, e sou franco em confessar que todo o meu ministério tem sido governado por isso... Não há nada que tanto estimule o verdadeiro ministério da Palavra, pois aqueles homens foram grandes modelos nesse aspecto.”

Dados técnicos:

Autor: D. M. LLOYD-JONES
Número de Páginas: 32
Formato: 18x10cm

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Biografia de William Grimshaw.

3. William Grimshaw



Dados técnicos:

Autor: J. C. Ryle
Tradução: Paulo Anglada
Ano: 1989
Edição: 1ª
Número de páginas: 48
Formato: 185x135mm

Sinopse:

"O Sr. Grimshaw foi um dos ministros de Cristo mais laboriosos e infatigáveis que eu já conheci. Pelo bem das almas, ele rejeitou toda a esperança de afluentes riquezas e, por amor a Cristo, ele submeteu-se alegremente a dificuldades, perigos e tribulações. Ele pregava Cristo, e apenas Cristo; e Deus deu-lhe numerosos selos para o seu ministério... Quando alguns dos seus amigos, preocupados com sua saúde, rogaram-lhe que se poupasse, ele respondeu: 'Deixem-me trabalhar agora; em breve terei descanso suficiente. Eu não posso fazer o suficiente por Cristo, o qual fez tudo por mim.' Ele foi a mais humilde pessoa a andar com Deus que eu já enconteri, visto que não podia suportar ouvir nenhum elogio quanto à sua abnegação. Suas últimas palavra foram: 'Aqui vai um servo inútil!'" (William Romaine)

"Eu conheci o Sr. Grimshaw e convivi com ele durante quatro ou cinco anos. Eu tenho entre as muitas grandes misericórdias de Deus na minha vida, ter tido a oportunidade de conhcê-lo... em um tempo crítico, quando minha mente estava engajada com o desejo de entrar para o ministério. Eu vi nele, muito mais claramente do que poderia ter aprendido com livros ou palestras, o que era ser um fiel e exemplar ministro do evangelho; e a sua lembrança tanto me humilha como me anima." (John Newton).

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